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Vale recebe aval para obra na Vitória-Minas

A Vale já recebeu o sinal verde do Ibama para a duplicação de 24 km da Estrada de Ferro Vitória-Minas. Ao todo, a EFVM tem 905 km e exibe um dos melhores índices de produtividade do sistema. Além de transportar cerca de 40% da carga ferroviária do Brasil, com mais 135 milhões de toneladas por ano, a ferrovia opera o único trem de passageiros de longa distância com circulação diária no país para atender diariamente cerca de 3 mil pessoas entre Vitória, no Espírito Santo, e Belo Horizonte, em Minas Gerais.
A obra de duplicação do trecho na região de Santa Bárbara, Barão de Cocais e São Gonçalo do Rio Abaixo, em Minas Gerais, foi dividida em duas fases. A primeira, que prevê obras em quatro quilômetros, está orçada em R$ 80 milhões e já está em fase inicial, com prazo de conclusão de 30 meses. No início do ano que vem devem começar as obras de ampliação da capacidade dos outros 20 km.
"A EFVM é um importante corredor para grãos e produtos siderúrgicos e as obras de duplicação atenderão a crescente demanda de todas as cargas pelo modal ferroviário", diz o diretor de operações da Estrada de Ferro Vitória-Minas, Carlos Quartieri. "Para possibilitar o atendimento à mina de Brucutu e a outros projetos de aumento de capacidade de produção de minério na região foi ampliado, no ano passado, o pátio de Costa Lacerda, em Santa Bárbara."
Obras de outro trecho da Estrada de Ferro Vitória-Minas foram concluídas este ano. Trata-se da terceira linha da ferrovia no Vale do Aço entregue em agosto. Foram construídos 10 km de linha férrea dentro da própria área de operação da ferrovia entre os municípios de Santana do Paraíso e Ipatinga e uma nova estação ferroviária. A Vale projeta ampliar a capacidade da Estrada de Ferro Vitória-Minas em 20% até 2013. A capacidade da ferrovia passará de atuais 100 milhões para 120 milhões de toneladas/ano. (Fonte: Valor Econômico)
A Vale já recebeu o sinal verde do Ibama para a duplicação de 24 km da Estrada de Ferro Vitória-Minas. Ao todo, a EFVM tem 905 km e exibe um dos melhores índices de produtividade do sistema. Além de transportar cerca de 40% da carga ferroviária do Brasil, com mais 135 milhões de toneladas por ano, a ferrovia opera o único trem de passageiros de longa distância com circulação diária no país para atender diariamente cerca de 3 mil pessoas entre Vitória, no Espírito Santo, e Belo Horizonte, em Minas Gerais.
A obra de duplicação do trecho na região de Santa Bárbara, Barão de Cocais e São Gonçalo do Rio Abaixo, em Minas Gerais, foi dividida em duas fases. A primeira, que prevê obras em quatro quilômetros, está orçada em R$ 80 milhões e já está em fase inicial, com prazo de conclusão de 30 meses. No início do ano que vem devem começar as obras de ampliação da capacidade dos outros 20 km.
"A EFVM é um importante corredor para grãos e produtos siderúrgicos e as obras de duplicação atenderão a crescente demanda de todas as cargas pelo modal ferroviário", diz o diretor de operações da Estrada de Ferro Vitória-Minas, Carlos Quartieri. "Para possibilitar o atendimento à mina de Brucutu e a outros projetos de aumento de capacidade de produção de minério na região foi ampliado, no ano passado, o pátio de Costa Lacerda, em Santa Bárbara."
Obras de outro trecho da Estrada de Ferro Vitória-Minas foram concluídas este ano. Trata-se da terceira linha da ferrovia no Vale do Aço entregue em agosto. Foram construídos 10 km de linha férrea dentro da própria área de operação da ferrovia entre os municípios de Santana do Paraíso e Ipatinga e uma nova estação ferroviária. A Vale projeta ampliar a capacidade da Estrada de Ferro Vitória-Minas em 20% até 2013. A capacidade da ferrovia passará de atuais 100 milhões para 120 milhões de toneladas/ano. (Fonte: Valor Econômico)
 
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