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Plano de investimento público em ferrovias está paralisado

Um plano minucioso de amplas intervenções na rede ferroviária nacional foi desenvolvido pelo governo federal, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), e previa aportes de R$ 7 bilhões para solucionar os principais pontos críticos da malha em regiões urbanas, como passagens em nível e invasões de faixas de domínio. No entanto, o Programa Nacional de Segurança Ferroviária em Áreas Urbanas (Prosefer), como foi batizado o plano, está parado, segundo o presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça.
Segundo ele, a iniciativa privada está disposta a fechar parcerias público-privadas (PPPs) com a União para acelerar as obras. “Se isso ocorrer, em três anos e dois meses, vamos sanar os principais problemas. Pelo menos 80% deles”, afirma.
No entanto, Vilaça considera que o governo não tem interesse político no assunto. Ele analisa que problemas ambientais e interferências do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público atrasam as intervenções, mas o principal motivo da paralisia seria a falta de vontade política.
Conforme o Dnit, estão em andamento obras de R$ 800 milhões que integram o Prosefer. O presidente da ANTF afirma que são recursos liberados há muito tempo e que, embora se enquadrem no tipo de obra prevista pelo Prosefer, são intervenções que tiveram início antes de 2008, quando o Prosefer sequer existia.
O Dnit não informa quando foram realizados os desembolsos. Conforme o órgão, o montante está sendo investido e a liberação de mais recursos depende do orçamento da União, ou seja, não tem prazo estipulado.
Em Minas, onde está concentrada 18% da malha ferroviária do Brasil, Vilaça destaca pontos onde se tem conhecimento da necessidade dos investimentos há pelo menos uma década. Mas as obras, embora anunciadas, não saem do papel.
“No contorno de Belo Horizonte, até hoje, não foram realizadas as obras necessárias, onde existem pontos extremamente críticos. O anel ferroviário de Contagem é outra demanda histórica. O governo precisa ouvir mais quem entende do assunto”, diz.
Vilaça faz críticas ao Dnit. “As obras estão a cargo do Dnit, que é um órgão rodoviarista. Não parece haver vontade de dar mais equilíbrio aos modais de transporte do país”, afirma.(Fonte: Hoje em Dia)
Um plano minucioso de amplas intervenções na rede ferroviária nacional foi desenvolvido pelo governo federal, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), e previa aportes de R$ 7 bilhões para solucionar os principais pontos críticos da malha em regiões urbanas, como passagens em nível e invasões de faixas de domínio. No entanto, o Programa Nacional de Segurança Ferroviária em Áreas Urbanas (Prosefer), como foi batizado o plano, está parado, segundo o presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça.
Segundo ele, a iniciativa privada está disposta a fechar parcerias público-privadas (PPPs) com a União para acelerar as obras. “Se isso ocorrer, em três anos e dois meses, vamos sanar os principais problemas. Pelo menos 80% deles”, afirma.
No entanto, Vilaça considera que o governo não tem interesse político no assunto. Ele analisa que problemas ambientais e interferências do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público atrasam as intervenções, mas o principal motivo da paralisia seria a falta de vontade política.
Conforme o Dnit, estão em andamento obras de R$ 800 milhões que integram o Prosefer. O presidente da ANTF afirma que são recursos liberados há muito tempo e que, embora se enquadrem no tipo de obra prevista pelo Prosefer, são intervenções que tiveram início antes de 2008, quando o Prosefer sequer existia.
O Dnit não informa quando foram realizados os desembolsos. Conforme o órgão, o montante está sendo investido e a liberação de mais recursos depende do orçamento da União, ou seja, não tem prazo estipulado.
Em Minas, onde está concentrada 18% da malha ferroviária do Brasil, Vilaça destaca pontos onde se tem conhecimento da necessidade dos investimentos há pelo menos uma década. Mas as obras, embora anunciadas, não saem do papel.
“No contorno de Belo Horizonte, até hoje, não foram realizadas as obras necessárias, onde existem pontos extremamente críticos. O anel ferroviário de Contagem é outra demanda histórica. O governo precisa ouvir mais quem entende do assunto”, diz.
Vilaça faz críticas ao Dnit. “As obras estão a cargo do Dnit, que é um órgão rodoviarista. Não parece haver vontade de dar mais equilíbrio aos modais de transporte do país”, afirma.(Fonte: Hoje em Dia)
 
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