História das Ferrovias
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Fase VII
Em leilão realizado em março, a Rumo arrematou o trecho central da Ferrovia Norte-Sul, compreendido entre Porto Nacional (TO) a Estrela d’Oeste (SP), por R$ 2,7 bilhões. O contrato de subconcessão foi assinado no dia 31 de julho de 2019 para prestação do serviço público de transporte ferroviário de cargas associado à exploração da infraestrutura daquele trecho.
Depois de passar por audiências públicas e devidamente autorizado pelos órgãos de controle — Tribunal de Contas da União, Agência Nacional de Transportes Terrestres e Supremo Tribunal Federal —, o processo de renovação antecipada do contrato da Malha Paulista (da Rumo Logística) foi concluído; a assinatura do aditivo ocorreu em 27 de maio de 2020.
No caso das Estradas de Ferro Vitória-Minas e Estrada de Ferro Carajás, ambas operadas pela Vale SA, a assinatura foi feita no dia 18 de dezembro e trouxe como novidade o instrumento jurídico do “investimento cruzado”: parte das outorgas da Vale (R$ 8,7 bilhões) foi destinada à construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico).
Promulgação da Lei 14.273/21, novo marco legal do setor ferroviário. Institui uma nova forma de relação público-privada, baseada na autorização da exploração, A nova lei traz também a possibilidade de autorregulação.
Assinatura do termo aditivo com a prorrogação do contrato da MRS Logística S.A, prevendo cerca de R$ 10 bilhões em investimentos.
Alteração do estatuto social da ANTF, prevendo a atividade de autorregulação entres seus associados.
Fase VI
Iniciados os trabalhos de construção da Ferroeste, entre Guarapuava e Cascavel, estado do Paraná, Brasil.
Dado início à construção do trecho inicial da Ferronorte, interligando os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Brasil.
Privatização da British Rail, após sua segmentação em cerca de cem empresas. Privatização dos Ferrocarriles Argentinos – FA.
Inauguração do túnel do canal da Mancha, ligando a Inglaterra à França.
No Brasil, concedidas à iniciativa privada Brasil as malhas centro-leste, sudeste e oeste da RFFSA, sendo as novas concessionárias a Ferrovia Centro-Atlântica – FCA, MRS Logística e Ferrovia Novoeste, respectivamente.
Com a aquisição da Brasil Ferrovias e Novoeste Brasil, a ALL passou a atuar também em áreas estratégicas do Centro-Oeste e de São Paulo, tornando-se a maior companhia de logística com estrutura ferroviária do Brasil.
A operação do trecho da Ferrovia Norte-Sul (FNS), entre Açailândia (Maranhão) e Palmas (Tocantins), foi concedida pela Valec à Vale por um período de 30 anos.
Nasceu as concessionárias Rumo S.A, resultante da fusão entre a Rumo Logística Operadora Multimodal S.A. e braço de Logística do Grupo Cosan, que assumiu em 2014 as quatro concessões antes operadas pela América Latina Logística (ALL). O governo deu início aos trabalhos voltados à renovação antecipada dos contratos de concessão ferroviária, começando pela Rumo Malha Paulista S.A.
Fase V
Fase IV
Criação da Cia. Vale do Rio Doce, que absorveu E.F. Vitória a Minas – EFVM, que se tornaria em pouco tempo a mais importante ferrovia do País.
Edição no Brasil do Decreto 7632, de 12 de junho, criando as taxas de melhoramento e renovação patrimonial das ferrovias, por meio de alíquota de 10% sobre os fretes.
Nacionalização das ferrovias britânicas.
Primeira aplicação, na França, da tecnologia do trilho continuamente soldado.
Promulgação no Brasil da Lei 1272-A, de 12 de dezembro, criando o Fundo Ferroviário Nacional. Criada a Comissão Mista Brasil-Estados Unidos para o Desenvolvimento Econômico, que lançaria as bases para a reformulação do setor ferroviário brasileiro.
Ocorrência do maior acidente ferroviário do Brasil, no subúrbio de Anchieta, Rio de Janeiro, resultado do choque de um trem de subúrbio com um trem cargueiro, derivado de um trilho partido, resultando em cerca de 90 mortos e 200 feridos.
Alcançada na França a velocidade de 330km/h, com um trem tracionado por locomotiva elétrica.
Promulgação da Lei 2975, de 27 de novembro, concedendo à RFFSA a participação de 10% do imposto único sobre combustíveis líquidos e gasosos – IUCLG.
Inaugurada a E.F. Amapá, na bitola internacional (1.435mm) e única no Brasil, destinada ao escoamento de manganês na Serra do Navio, no então território e hoje estado do Amapá. Criação no Brasil da Rede Ferroviária Federal S.A. – RFFSA, resultado da aglutinação de quase duas dezenas de ferrovias controladas pelo governo federal.
Emissão de relatório pelo ICC, órgão regulador dos EUA, onde é dito que o transporte ferroviário de passageiros está se tornando obsoleto e que os carros de passageiros muito em breve farão parte de um museu histórico dos transportes, junto com a carruagem e a locomotiva a vapor.
Fase III
Fase II
FASE I
Fase 0
Essa fase da história é caracterizada pelo surgimento conceitual das ferrovias, junto à exploração de minas de carvão na Inglaterra. A ferrovia resolvia o transporte do principal insumo energético para as máquinas à Vapor da revolução industrial inglesa: o carvão. Nesse período, observou-se rápido progresso na incorporação e desenvolvimento da tecnologia do setor.

